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Oficial do SME que mandou queimar a rival em Benguela expulsa da corporação


A informação foi avançada pelo comandante provincial e delegado do Ministério do Interior em Benguela, Aristófanes dos Santos à imprensa.

De acordo com o oficial, ficou provado a conduta indecorosa da agente e, por isso, “não merece estar na corporação, tendo acrescentado ainda que o Ministério do Interior não está para brincadeiras”.

Os factos

O caso teve lugar no dia 8 de Novembro, e teve conhecimento das autoridades semanas depois. 

Segundo dados obtidos pelo Na Mira do Crime, Gilsia, na altura com 18 anos de idade, estudante do Colégio Wilhet no curso de enfermagem, residente em Benguela no prédio de agência funerária Eterna, foi queimada por um jovem amando da rival, Aurvenia Lubaba, funcionária do Serviço de Migração e Estrangeiros.
De acordo com a nossa fonte, Aurvenia suspeitava que o esposo, conhecido por Tuca Carraça, mantinha um caso amoroso com a rapariga.
Para por termo ao namoro, a esposa traída contratou um jovem para “dar uma represália à menina”.

“Certo dia a Gilsia vinha da escola e ao entrar no prédio o mesmo jovem chamou por ela, ela foi saber do que se tratava, quando, sem mais nem menos, o moço atirou gasolina no rosto e parte do tórax da jovem e ateou fogo”.

Desgovernada, conta a nossa fonte, Gilsia correu até a casa em busca de socorro, mas, pela gravidade da queimadura, teve o rosto e o tórax queimados com muita gravidade.
A jovem tem o rosto deformado, enquanto que a criminosa aguarda pelo processo criminal em curso.

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